Consultoria para Avaliação Final do Projecto Xalissima II - Maputo


  • Localização: Cidade de Maputo (Mozambique)
  • Contrato: Temporário
  • Vagas: 1
  • Modalidade de trabalho: Híbrida

Ayuda en Acción (Consultoría)

Descrição da Vaga

  1. ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL

Fundada em 1981, a Ayuda en Acciõn é uma organização não governamental, não confessional e não partidária, com presença internacional em mais de 20 países, incluindo Moçambique, e com sede em Madrid.

Comprometidos com as populações mais vulneráveis, especialmente crianças, jovens e mulheres, o nosso trabalho centra-se em quatro objectivos estratégicos:

  1. Gerar oportunidades;
  2. Adaptar-se às alterações climáticas;
  3. Proteger da violência e da intolerância;
  4. Salvar vidas.

Para atingir estes quatro objectivos, o nosso modelo de trabalho coloca as pessoas no centro, é orientado para o impacto, procura constantemente a inovação e centra-se em parcerias com várias partes interessadas. Concebemos e implementamos os nossos projectos com base na equidade de género e na inclusão de todas as pessoas.

A realização dos objectivos próprios da Fundação materializa-se na implementação de projectos de desenvolvimento integral nas comunidades mais desfavorecidas e em projectos de assistência social, graças às contribuições dos membros e doadores, bem como a outras doações públicas e privadas de pessoas singulares e colectivas.

 

 

  1. CONTEXTO E DESCRIÇÃO DA INTERVENÇÃO

No ano de 2024, a Fundação Ayuda en Acción recebeu financiamento da Xunta de Galicia para implementação do projecto:

“Melhoria da sustentabilidade e da gestão integrada da Cadeia de Valor da Pesca e Aquacultura, promovendo o desenvolvimento socioeconómico, a igualdade de género e a conservação ambiental dos ecossistemas de águas interiores, na província de Maputo (Moçambique)”, implementado entre Julho de 2024 e Junho de 2026.

O projecto é implementado pela Fundação Ayuda en Acción, em coordenação com a Direcção Provincial de Agricultura e Pescas (DPAP), Administração Nacional das Pescas (ADNAP), Serviços Distritais de Actividades Económicas (SDAEs).

A intervenção foi desenvolvida nos distritos de Namaacha, Boane e Moamba, Província de Maputo, envolvendo directamente Conselhos Comunitários de Pesca (CCPs), associações de pescadores, mulheres comerciantes de pescado, técnicos governamentais e comunidades pesqueiras.

O projecto tem como objectivo promover o crescimento sustentável da pesca artesanal e da aquacultura através do fortalecimento da governação comunitária, melhoria da gestão dos recursos pesqueiros, promoção da igualdade de género e conservação ambiental dos ecossistemas de águas interiores.

Do ponto de vista de uma intervenção orientada para o fortalecimento dos meios de vida, aumento do rendimento familiar e melhoria da segurança alimentar e nutricional (SAN), a proposta integra uma abordagem centrada na sustentabilidade da cadeia de valor da pesca artesanal e aquacultura na província de Maputo.

A estratégia de implementação baseou-se no fortalecimento da gestão participativa dos recursos pesqueiros, promovendo práticas sustentáveis de captura, conservação ambiental, monitoria comunitária e maior articulação entre comunidades pesqueiras e instituições governamentais.

A intervenção promoveu igualmente o fortalecimento institucional dos Conselhos Comunitários de Pesca (CCPs), através de acções de capacitação em legalidade, governação comunitária, gestão participativa dos recursos pesqueiros e divulgação do quadro normativo do sector.

Paralelamente, o projecto apoiou o desenvolvimento de iniciativas empreendedoras sustentáveis na cadeia de valor da pesca e aquacultura, através de coaching empresarial, capacitação em gestão financeira, apoio técnico, promoção da inclusão económica das mulheres e atribuição de capital semente para iniciativas produtivas locais.

A componente ambiental constituiu um eixo transversal da intervenção, através da promoção de técnicas de captura ambientalmente sustentáveis, sensibilização sobre conservação dos ecossistemas aquáticos, implementação de medidas comunitárias de gestão pesqueira e fortalecimento das capacidades institucionais dos actores públicos na monitoria ambiental e gestão sustentável dos recursos pesqueiros.

 

 

  1. OBJECTIVO DA CONSULTORIA

Objectivo Geral

Realizar a avaliação final do projecto, analisando o nível de alcance dos objectivos, resultados e indicadores previstos no quadro lógico da intervenção, bem como a relevância, eficácia, eficiência, sustentabilidade, participação, enfoque de género e impacto da intervenção junto das comunidades beneficiárias e instituições parceiras.

 

Objectivos Específicos

A avaliação deverá:

  • Avaliar o grau de alcance do Objectivo Geral, Objectivo Específico e Resultados Esperados;
  • Medir o progresso dos indicadores definidos no quadro lógico;
  • Avaliar a eficácia das actividades implementadas;
  • Identificar resultados alcançados, desafios e lições aprendidas;
  • Avaliar o nível de participação e apropriação comunitária;
  • Analisar a integração do enfoque de género e participação das mulheres;
  • Avaliar a sustentabilidade das acções implementadas;
  • Avaliar a articulação institucional entre AeA, DPAP, SDAEs, MIMAIP e CCPs;
  • Produzir recomendações estratégicas para futuras intervenções no sector da pesca e aquacultura.

 

  1. ÂMBITO DA AVALIAÇÃO

A avaliação abrangerá as actividades implementadas nos distritos de:

  • Boane;
  • Namaacha;
  • Moamba.

A avaliação deverá considerar os três resultados principais do projecto:

Resultado 1

  1. Fortalecimento dos Conselhos Comunitários de Pesca (CCPs) para uma gestão participativa e sustentável dos recursos pesqueiros.

Resultado 2

Capacitados os actores da Cadeia de Valor da Pesca e Aquacultura para a expansão da produção aquícola com uma gestão eficiente dos negócios e participação inclusiva das mulheres.

Resultado 3

Capacitados os actores da Cadeia de Valor da Pesca e Aquacultura em conservação dos ecossistemas de águas interiores.

 

  1. OBJECTIVO E CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO

A avaliação do projecto reger-se-á pelos critérios fundamentais de pertinência, eficácia, eficiência, impacto, sustentabilidade, participação e enfoque de género, seguindo a metodologia do Marco Lógico e os princípios de gestão do ciclo do projecto estabelecidos pelo Comité de Ajuda ao Desenvolvimento (CAD/OCDE) e pela União Europeia.

A avaliação final do projecto analisará, de forma sistemática, participativa e objectiva, o grau de alcance dos objectivos, resultados e indicadores previstos na formulação da intervenção, tendo em conta a especificidade do contexto de implementação, a sustentabilidade das acções desenvolvidas e os impactos gerados junto das comunidades beneficiárias e instituições parceiras.

A consultoria deverá igualmente analisar:

  • A relevância da intervenção face às necessidades identificadas nas comunidades pesqueiras;
  • O nível de apropriação local;
  • O fortalecimento institucional dos Conselhos Comunitários de Pesca (CCPs);
  • A contribuição do projecto para a promoção de práticas sustentáveis de gestão dos recursos pesqueiros e conservação ambiental e reforço da segurança alimentar e nutricional das famílias beneficiárias.
  • A integração da abordagem de género no projecto, incluindo a participação e empoderamento económico.

Com os resultados da avaliação, a Fundación Ayuda en Acción pretende:

  • Avaliar em que medida os objectivos e resultados previstos foram alcançados;
  • Identificar factores facilitadores e constrangimentos encontrados durante a implementação;
  • Avaliar o nível de desenvolvimento e consolidação dos resultados do projecto;
  • Medir o impacto da intervenção na governação comunitária, fortalecimento da cadeia de valor da pesca e aquacultura, inclusão das mulheres e promoção da sustentabilidade ambiental;
  • Identificar boas práticas, lições aprendidas e recomendações estratégicas;
  • Identificar áreas de melhoria relacionadas com os mecanismos de implementação, coordenação, acompanhamento técnico e sustentabilidade das acções desenvolvidas.

A avaliação deve centrar-se nos seguintes critérios:

  • Adequação do projecto às necessidades e ao contexto do território;
  • Proporcionalidade adequada do orçamento atribuído aos resultados do projecto;
  • Avaliação quantitativa de indicadores sobre a realização dos resultados e objectivos do projecto;
  • Efeitos gerados nas comunidades participantes;
  • Avaliação da sustentabilidade das estratégias implementadas no projecto;
  • Conformidade com as abordagens transversais do projecto (abordagem de género e abordagem baseada nos direitos humanos).

Do mesmo modo, a Fundación Ayuda en Acción aceita e cumpre os princípios orientadores e a avaliação deve verificar o cumprimento dos critérios de qualidade da Cooperação Xunta da Galicia:

  • Eficácia no cumprimento dos indicadores, resultados e objectivos estabelecidos na matriz de planeamento;
  • Eficiência e viabilidade;
  • Sustentabilidade;
  • Apropriação e reforço institucional;
  • O género no desenvolvimento;
  • Sustentabilidade ambiental;
  • Respeito pela diversidade cultural.

 

Requisitos

  1. INDICADORES A SEREM ANALISADOS

A consultoria deverá avaliar, entre outros, os seguintes indicadores do projecto:

Objectivo Geral

  • % de aumento do rendimento médio dos pescadores integrados nos CCPs;
  • % de mulheres que aumentaram a percepção de inclusão na tomada de decisão;
  • Número de monitorias ambientais realizadas.

Objectivo Específico

  • Número de iniciativas empreendedoras sustentáveis legalmente constituídas;
  • Grau de satisfação dos pescadores sobre participação organizacional e oportunidades económicas;
  • Número de instrumentos de gestão e monitoria ambiental utilizados pelos CCPs.

Resultado 1

  • Número de membros dos CCPs capacitados em legalidade e gestão comunitária pesqueira;
  • Número de CCPs legalmente regularizados;
  • Número de participantes em intercâmbios de experiências.

Resultado 2

  • Número de iniciativas inovadoras sustentáveis da cadeia de valor da pesca implementadas com apoio de capital semente;
  • Número de beneficiários capacitados em gestão financeira e empresarial;
  • Número de iniciativas lideradas por mulheres;
  • Percentagem de empreendimentos legalizados.

Resultado 3

  • Número de técnicos DPAP e SDAE capacitados em monitoria e conservação ambiental;
  • Número de CCPs aplicando práticas sustentáveis de captura;
  • Número de pescadores que actualizaram artes de pesca sustentáveis;
  • Grau de utilização dos instrumentos de monitoria ambiental.
  • Número de entidades distritais e provinciais que conhecem e se comprometem a adotar o instrumento de monitoria e gestão dos recursos pesqueiros.

 

  1. METODOLOGIA DA AVALIAÇÃO

 

7.1 Abordagem metodológica

A consultoria deverá adoptar metodologia participativa, quantitativa e qualitativa, garantindo a validade, fiabilidade e rigor da investigação social.

A metodologia poderá incluir:

  • análise documental;
  • entrevistas individuais e colectivas;
  • grupos focais;
  • inquéritos;
  • observação directa;
  • visitas de campo;
  • outras metodologias participativas consideradas relevantes para o contexto da intervenção.

A metodologia deverá integrar:

  • abordagem baseada em direitos humanos;
  • enfoque de género;
  • participação comunitária;
  • sensibilidade ambiental.

A consultoria deverá igualmente propor mecanismos de validação dos diferentes níveis de análise qualitativa e quantitativa, com base em evidências, dados, factos e informações recolhidas durante o processo de avaliação.

 

7.2 Fase 1 – Planeamento e análise documental

Nesta fase prevê-se:

  • Revisão dos documentos de formulação do projecto;
  • Revisão do quadro lógico, indicadores e fontes de verificação;
  • Revisão dos relatórios técnicos e financeiros produzidos durante a implementação;
  • Revisão de linhas de base, diagnósticos, instrumentos metodológicos e demais documentação relevante;
  • Elaboração do plano metodológico e instrumentos de recolha de dados.

Como resultado desta fase, a equipa consultora deverá apresentar:

  • Plano de trabalho detalhado;
  • Relatório preliminar resultante da análise de fontes secundárias;
  • Proposta metodológica detalhada da avaliação alinhada aos presentes Termos de Referência.

O relatório preliminar será submetido à equipa de gestão da avaliação para análise, validação e incorporação de contributos.

 

7.3 Fase 2 – Trabalho de campo

Nesta fase deverão ser realizadas actividades de recolha de informação primária junto dos diferentes actores envolvidos na implementação do projecto, incluindo:

  • reuniões institucionais;
  • entrevistas semiestruturadas;
  • grupos focais;
  • inquéritos;
  • visitas de campo às comunidades beneficiárias;
  • sessões de validação participativa.

A recolha de informação deverá abranger os diferentes actores do projecto, nomeadamente:

  • Conselhos Comunitários de Pesca (CCPs);
  • Associações de pescadores;
  • Mulheres comerciantes;
  • Beneficiários das iniciativas empreendedoras;
  • Técnicos da DPAP, SDAEs e ADNAP;
  • Lideranças comunitárias;
  • Equipa técnica da Fundação Ayuda en Acción.

 

7.4 Produtos esperados

Como resultado da consultoria, a equipa consultora deverá apresentar:

  • Relatório de campo resultante da recolha de informações primárias;
  • Projecto de relatório de avaliação;
  • Relatório final de avaliação, incorporando os contributos do processo de validação e seguindo a estrutura estabelecida nos presentes Termos de Referência;
  • Plano de comunicação e divulgação dos resultados da avaliação.

O relatório final deverá ser entregue em formato digital, em língua portuguesa, incluindo todos os anexos e instrumentos utilizados durante o processo de avaliação.

 

 

  1. ESTRUTURA DO RELATÓRIO FINAL

A estrutura do relatório de avaliação seguirá também a metodologia e o formato utilizado pela Cooperação Espanhola e pela União Europeia, e recolherá no mínimo:

Resumo

Deve ser formulado de modo compacto e breve (não mais de 5 páginas) para ser empregue como um documento separado, centrando-se nos pontos analíticos mais importantes e indicando as principais conclusões, lições aprendidas e recomendações específicas.

 

 

Texto principal

Começando por uma descrição do projecto avaliado e os objectivos da avaliação, deverá seguir os critérios de avaliação, descrevendo os factos e analisando-os segundo cada um.

A abordagem metodológica deverá incluir:

  • critérios e questões de avaliação;
  • metodologia e técnicas aplicadas;
  • factores condicionantes da avaliação realizada.

A análise e interpretação das informações recolhidas deverá responder aos critérios e questões de avaliação, com especial ênfase ao cumprimento da matriz de planeamento (objectivos, resultados, actividades e indicadores).

A matriz de planeamento da intervenção deverá ser incluída de forma explícita, indicando os valores alcançados pelos indicadores e respectivas fontes de verificação utilizadas na avaliação.

 

 

Conclusões e recomendações

As recomendações deverão ser realistas, operativas, pragmáticas e orientadas para os diferentes actores envolvidos.

 

Anexos

  • Termos de Referência da avaliação;
  • Nomes dos/as avaliadores/as e respectivas entidades;
  • Metodologia utilizada;
  • Marcos lógicos (original e actualizado);
  • Lista de pessoas e organizações consultadas;
  • Literatura e documentação utilizada;
  • Outros anexos técnicos;
  • Recomendações de avaliação e respectivos destinatários.

 

  1. DURAÇÃO DA CONSULTORIA

A consultoria terá duração estimada de 45 dias corridos, incluindo:

  • Preparação;
  • Trabalho de campo;
  • Análise de dados;
  • Elaboração e validação do relatório.

 

 

  1. PERFIL DO/A CONSULTOR/A OU EQUIPA CONSULTORA

Os candidatos deverão possuir:

  • Formação superior em áreas relevantes (Gestão de Projectos, Desenvolvimento Rural, Ciências Sociais, Pescas, Aquacultura, Ambiente ou similares);
  • Experiência comprovada em avaliações de projectos de desenvolvimento;
  • Experiência em projectos de pesca, aquacultura, segurança alimentar ou desenvolvimento comunitário;
  • Conhecimento em metodologias participativas;
  • Experiência em avaliação baseada em indicadores e quadro lógico;
  • Conhecimento de enfoque de género e desenvolvimento sustentável;
  • Experiência de trabalho em Moçambique constitui vantagem.

 

 

  1. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DAS PROPOSTAS

Critério  Pontuação

Experiência da equipa consultora    30%

Qualidade da metodologia proposta   30%

Experiência em avaliações similares   20%

Proposta financeira   20%

 

 

  1. SUBMISSÃO DAS PROPOSTAS

Os candidatos interessados deverão submeter até o dia 26 de Junho de 2026 (data final de sumbissão de propostas) os seguintes documentos :

  • Proposta técnica;
  • Proposta financeira;
  • CV da equipa consultora;
  • Evidências de trabalhos similares realizados.

 

 

  1. ORÇAMENTO E ESCLARECIMENTOS

O orçamento máximo disponível para a presente consultoria é de 5.000 EUR (cinco mil euros), devendo a proposta financeira ser apresentada em Meticais (MZN), com base na taxa de câmbio oficial utilizada no projecto.

A proposta financeira deverá incluir todos os custos associados à realização da consultoria, incluindo honorários, deslocações, alimentação, alojamento, recolha de dados, produção de relatórios e demais despesas necessárias para execução da avaliação.

Quaisquer dúvidas ou pedidos de esclarecimento relacionados com os presentes Termos de Referência poderão ser submetidos até o dia 19 de Junho de 2026 através dos seguintes endereços electrónicos:

ajguiamba@ayudaenaccion.org

ccabana@ayudaenaccion.org

 

 

  1. CONDIÇÕES GERAIS DO PROCESSO DE SELECÇÃO
  • Ler atentamente o conteúdo do presente documento;
  • Os candidatos devem certificar-se de que cumprem os requisitos e condições aqui estabelecidos;
  • Reunir as informações e documentação necessárias e verificar a validade desses documentos, se for caso disso;
  • A apresentação da proposta autoriza a Fundación Ayuda En Acción a verificar todas as informações fornecidas;
  • Qualquer inexatidão nas informações prestadas poderá levar à rejeição da proposta;
  • Em caso algum serão recebidas propostas fora do prazo previsto;
  • Todos os pedidos de informação devem ser apresentados por escrito e fazer referência ao processo de selecção.

 

Em todos os processos de selecção teremos em conta os critérios de NÃO discriminação com base no sexo, raça, cor da pele, religião, ideias políticas, origem social, orientação sexual, idade, etc., proporcionando um processo transparente e de igualdade de oportunidades para todos os candidatos, tal como estabelecido no nosso Código de Conduta. "Tratar todas as pessoas com respeito e rejeitar qualquer tipo de assédio, discriminação, intimidação, exploração ou qualquer outra acção contra os Direitos Humanos".

 

Na Ayuda en Acción temos tolerância zero para comportamentos relacionados com exploração sexual, abuso sexual e/ou assédio sexual, razão pela qual, de acordo com a nossa Política de Protecção da Criança, estamos empenhados em efectuar uma série de verificações antes da contratação, solicitando informações a empregadores anteriores através do Esquema de Divulgação de Má Conduta (The Misconduct Disclosure Scheme misconduct-disclosure-scheme.org)  no caso dos referidos empregadores serem membros desta plataforma. Por conseguinte, ao apresentar esta candidatura, o candidato a emprego aceita e autoriza a realização destas verificações a fim de continuar no processo de selecção.

Além disso, será obrigatória a apresentação da "Certificação Negativa do Registo Central de Criminosos Sexuais" antes da incorporação.

 

 

 


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  • Contrato: Temporário
  • Vagas: 1
  • Modalidade de trabalho: Híbrida